No dia 24 de julho, o Jornal O Povo realizou um questionário sobre a aplicação de castigos físicos em crianças como forma de educá-las. A Sra. Luzia Laffite, superintendente do Instituto da Infância, deu sua opinião sobre a temática:
“Não, não concordo. O uso de qualquer forma de violência contra a criança e o adolescente é a antítese ao ato de educar, seja na família seja nas instituições. Quando se trata da primeira infância (zero a seis anos), onde a aplicação das palmadas e dos castigos físicos é muito maior, torna-se mais grave, não somente pelos danos físicos, psicológicos e morais à criança, mas por ser um período ímpar em sua formação, mostrando plena capacidade para introjetar e reproduzir valores, atitudes e comportamentos. O Projeto de Lei encaminhado ao Congresso será um importante instrumento para governo, ONGs e sociedade civil na promoção de programas efetivos de mudanças de comportamentos e atitudes na prática das palmadas e dos castigos físicos”.
LUZIA LAFFITE
Psicóloga e superintendente do Instituto da Infância (Ifan)
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